domingo, 1 de dezembro de 2013

ORIENTAÇÃO DE PROJETOS TCC - MONOGRAFIAS
CONTATOS: (85) 99972.6634

COMO ELABORAR UM ARTIGO
ARTIGO

Como fazer um artigo?

Esta é a grande dúvida dos alunos de TCC.

Antes de iniciar qualquer projeto, você deve ler extensa bibliografia sobre o tema que você deseja explorar. Vamos supor que você faz o curso de Contabilidade, e deseja agora concluir o curso. Seu orientador via lhe perguntar se você já tem um tema em vista.

A primeira providência é revisar o que foi feito durante todo o curso. Certamente que, por mais que tenham sido as dificuldades, você perceberá que houve algum destaque nas disciplinas. Por exemplo, você conseguiu entender o processo de Controladoria, de controle interno, de gerenciamento de controle interno.

Já é um ponto a ser explorado.

A partir daí, você passa a ler os capítulos dos livros que tratam de controle. E vai lendo, anotando. Isso de forma cuidadosa, sem pressa.

Certamente que começarão a surgir dúvidas, tudo o que você precisa para iniciar o seu projeto.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Gravuras para livros de Dosstoiévski

 FOLHA DE SÃO PAULO
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27/07/2013 - 18h58

Exposição exibe 64 gravuras feitas para livros de Dostoiévski

DE SÃO PAULO
O museu Lasar Segall (zona sul de São Paulo) inaugura neste sábado (27/7) a exposição "Noites Brancas: Dostoiévski Ilustrado".
Nela será exibida uma série de litografias que Lasar Segall (1891-1957), artista lituano naturalizado brasileiro, fez em 1917 baseado na novela "Uma Criatura Dócil", do escritor russo Fiódor Dostoiévski (1821-1881) --criador de "Crime e Castigo", "O Jogador" e "O Idiota".
Também estarão à mostra desenhos e gravuras feitas nas décadas de 1930 e 1940 pelo ilustrador carioca Osvaldo Goeldi (1895-1961), a pedido da editora José Olympio, para ilustrar as narrativas do autor literário.
Ao todo, 64 trabalhos desses e outros 12 artistas ligados ao expressionismo alemão e à literatura de Dostoiévski, como Erich Heckel (1883-1944) e Alfred Kubin (1877-1959), estarão em cartaz até o dia 29/9. A mostra ainda conta com livros originais editados na Alemanha e 44 obras inéditas vindas de dois museus daquele país.
A exposição propõe que a representação gráfica dos escritos sirva de linha guia na tentativa de evidenciar o enraizamento vivido por Segall e Goeldi no Brasil e por artistas alemães como Erich Heckel, Alfred Kubin, Carl Hofer (1878-1955), Max Beckmann (1884-1950), Max Burchartz (1887-1961), Otto Möller (1897-1966) e Walter Alfred Lomnitz (1892-1953).
A mostra tem curadoria de Samuel Titan Jr., Prof. do Depto. de Teoria Literária e Literatura Comparada da USP e Coordenador Executivo do Instituto Moreira Salles.
Noites Brancas: Dostoiévski Ilustrado. Museu Lasar Segall - r. Berta, 111, Vila Mariana, zona sul, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/2159-0400. Seg. e qua. a dom.: 11h às 19h. Grátis. Abertura 27/7. Até 29/7.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Justiça determina que povos indígenas sejam consultados sobre a instalação de uma mineradora de bauxita que ameaça montanha sagrada.

CARTA CAPITAL
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Sociedade

Deus e a bauxita em Niyamgiri

O exemplo da Índia: Justiça determina que povos indígenas sejam consultados sobre a instalação de uma mineradora de bauxita que ameaça montanha sagrada. Em assembleias, as comunidades têm se posicionado contra o projeto
Por Joan Martinez Alier
por Joan Martinez Alier — publicado 06/08/2013 11:19, última modificação 06/08/2013 14:10



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Refinaria Vedanta
Vedanta procura agora novas fontes para abastecer sua refinaria
Por Joan Martinez Alier*
Este é um caso que parece estar chegando a um desenrolar vitorioso, mas que pode ser provisório porque o capitalismo extrativista é um monstro gigante que pisa forte e é quase imparável.
Depois de 10 anos de disputa, um caso de características especiais está sendo vencido em Odisha (um estado no leste da Índia, antes chamado de Orissa). O estado é fornecedor de carvão, minério de ferro, bauxita, hidroeletricidade. É também um estado com uma porcentagem relativamente alta de população tribal. Entre seus grupos tribais estão, nos distritos de Rayagada e Kalahandi, os Dongria Kondh.
Há mais de trinta anos que ocorrem, em Orissa, lutas rurais e populares contra a mineração de bauxita, feita por empresas estatais ou privadas. Essa resistência tem sido esplendidamente documentada em livros e vídeos de Felix Padel e Samarendra Das.
Os Dongria Kondh vivem numa montanha chamada Niyamgiri e em outras vizinhas. O minério de bauxita estaria na parte mais alta dessas montanhas, que possuem mais de mil metros de altura. Ali cai e se recolhe naturalmente a chuva, e não é uma boa ideia realizar enormes escavações para a mineração a céu aberto. Em dezembro de 2006, eu mesmo subi essa montanha, esse era ainda no início da luta. Muitos outros acadêmicos, jornalistas, ativistas e eco-turistas têm visitado o lugar, desse que já é um conflito tipicamente "glocal" (é dizer, ao mesmo tempo local e global). A Anistia Internacional e a Survival divulgaram o problema e participaram das manifestações em Londres (onde a mineradora Vedanta Ltd. tem sua sede).
Uma vez por ano os ativistas visitam em Londres os acionistas, quando eles se reúnem em assembleia geral para fazer a distribuição dos lucros e os novos planos de investimento. Os ativistas os recebem com buzinas e panfletos. Nesse ano, 2013, a assembléia de acionistas da Vedanta Ltd. ocorreu na quinta-feira 1 de agosto, no Hotel Mariott, em Mayfair, em Londres. Houve protesto. E as notícias que chegaram de Odisha foram ruins para os acionistas.
Após longos processos administrativos e judiciais, no dia 10 de agosto de 2010, o Ministério de Florestas e Meio Ambiente suspendeu a licença para extrair bauxita que havia conseguido Vedanta Ltc. A montanha Niyamgiri fornece sustento para várias aldeias dos Dongria Kondh. Além de ser uma montanha sagrada. Mais do que isso, essa montanha é uma divindade, um deus no panteão local. É, além de tudo, um lugar bonito, com árvores chamadas "sal" (shorea robusta) e de grande biodiversidade.
Há muita bauxita nessa montanha. Vedanta Ltd. construiu, já faz seis anos, uma refinaria em Lanjigarh, aos pés da montanha, para fabricar alumínio. O resíduo é o que se chama de lama roxa, e é muito tóxico. Nesse processo, a Vedanta Ltd. cometeu algumas infrações à legislação florestal que acabaram lhe saindo caras. Essa fábrica, de um milhão de toneladas anuais, tem funcionado intermitentemente com bauxita de outros lugares, localizados bastante distantes para o minério ser trazido por trem e por estrada. Isso é caro, e também muito poluente. Construir a fábrica só teria sentido se fosse possível dispor rápido de uma bauxita próxima. Para isso, a Vedanta Ltd. construiu prematuramente a fábrica em Lanjigarh, eliminando alguns pequenos povoados e investindo muito dinheiro.
A Vedanta Ltd. afirma: como se vai desperdiçar tanto investimento em uma economia sedenta de alumínio como a da Índia? Como se atrevem vocês a afirmar que o morro de onde chegaria a bauxita por minérioduto não é nada menos do que "Deus"?
A decisão do Ministério de 2010 não se baseou em questões sacras, mas em infrações administrativas à legislação especial de florestas e para grupos tribais (adivasis, na Índia), também protegidos pela Constituição. A longa luta judicial terminou, no momento, em abril de 2013, quando a Corte Suprema decidiu que a mina só poderia seguir adiante se os próprios Dongria Kondh, nas suas assembleias locais, estivessem de acordo.
Esse procedimento de consulta aos Dongria Kondh está sendo realizado entre julho e agosto de 2013. No final de julho, as oito primeiras aldeias consultadas (com cerca de dez a 20 famílias cada aldeia) recusaram a mineração diante de oficiais de justiça, funcionários administrativos, jornalistas e ativistas. E essa é a tônica geral. Eles falam seu idioma, Kui. Mas nessas assembleias também se fala Oriya (idioma de Odisha), Hindi e sem dúvida um pouco de inglês.
E nas discussões locais, nacionais e globais se apresentam, nestes e em outros conflitos, e em muitos idiomas, as diversas linguagens de valoração: o dinheiro e as compensações materiais que as empresas dariam; as obrigações legais, os direitos territoriais indígenas, até os Direitos da Natureza; o sustento dos humanos no mercado ou fora do mercado, o valor para a vida da água, da madeira, das plantas medicinais, dos alimentos silvestres ou cultivados; os valores ecológicos, as espécies protegidas.
Também intervém políticos, logicamente interessados em conseguir votos, incluindo Rahul Gandhi que defende os Dongria Kondh. E com toda a complexidade geológica, técnica, econômica, biológica, e sócio-política do caso, porque também não falar da importância dos deuses? Como a montanha Wirikuta, no México, ou a cachoeira Joropari Kõbie, no rio Tapajós, sagrada para o povo Munduruku, e onde o governo do Brasil quer instalar uma usina hidrelétrica? Podemos concluir que, ao menos desta vez, a justiça ambiental e o ecologismo dos pobres e indígenas está conseguindo obter uma importante vitória.
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* Joan Martínez Alier, economista e ecologista catalão, é professor no ICTA-Universitat Autònoma de Barcelona
Tradução de Felipe Milanez

registrado em:

quarta-feira, 17 de julho de 2013

CONTO DE FICÇÃO - FALÊNCIA DE CONSTRUTORA LEVA FAMÍLIAS AO DESESPERO



Dilma vai se aproveitar do momento atual da JMJ para emprestar bilhões do BNDES (nosso) ao Elke Batista!

Pesquisas de opinião no Brasil – O erro da amostra da pesquisa


Pesquisas de opinião no Brasil – O erro da amostra da pesquisa

A estatística recomenda que uma amostra seja, no mínimo, 10% da população, pois, os resultados serão bem próximos da verdade. Assim, uma pesquisa aonde se deseje, por exemplo conhecer o grau de satisfação de um cliente que frequenta determinado restaurante, a amostra a ser coleta teria que ser de 10% dos frequentadores habituais. Se o restaurante recebe em torno de 1.000 clientes por mês, os entrevistados teriam que ser em torno de 100 pessoas. Diminuir muito este percentual compromete o resultado da pesquisa.

Percebe-se que as pesquisas que analisam as intenções de votos no Brasil utilizam no máximo 4.500 pessoas. Além do mais, na metodologia do estudo não há esclarecimento sobre o tamanho da população estudada. Não se sabe se são 10 mil, 100 mil ou 1 milhão de pessoas. Este procedimento antiético dos  institutos indicam que há manipulação dos resultados, fazendo com que as pessoas duvidem dos resultados.

Por outro lado, o que se observa nas eleições, na maioria dos casos, é a aproximação do que foi divulgado nas pesquisas com o que foi constatado nas urnas, mesmo com uma amostra tão pequena.

Vamos dar um exemplo do que seja o tamanho da amostra usada pelos institutos. 4.500 pessoas entrevistadas. A população que vota no Brasil, ou seja, o número de eleitores cadastrados está em torno de 100 milhões de pessoas. Assim, uma amostra de 4.500 pessoas representa 0,0045% do universo populacional de eleitores. Uma prepotência do instituto querer que as pessoas acreditem nisso.

Então o que ocorre? Por que o resultado é tão aproximado?

Aí é que reside a corrupção. E esta deve levar em consideração uma série de fatores, e os mais prováveis seriam:

O governo manipula o voto na urna eletrônica;

A pesquisa seria feita só com grandes empresários que obrigariam os seus empregados a votarem em determinados candidatos;

Os sindicatos também estaria envolvidos, fazendo com que seus filiados fechasse acordo em plenária;

Enfim, o certo é que há manipulação, os institutos são apenas lavagem de voto corrompido e comprado. E, além do mais, não se tem notícia de uma só pessoa que tenha sido entrevistada por IBOPE, DataFolha, CNT, Vox Populi e outros. Assim, a única opção que resta é: final da urna eletrônica, fim do voto obrigatório que manda o eleitor apresentar título como documento.

COMEÇA CRISE DA INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA NO MUNDO


Na Europa, dois carros pelo preço de um

Oferta de fabricantes ameaça recuperação do setor automotivo europeu

16 de julho de 2013 | 2h 09
LAURENCE FROST, CRISTIAAN HETZNER, REUTERS, PARIS, FRANKFURT - O Estado de S.Paulo


Elie Chauvin não pretendia comprar um carro novo quando parou na revendedora local da Hyundai. Mas o construtor aposentado acabou saindo com dois carros pelo preço de um.
A oferta promocional feita em Nîmes, na França - na compra de um utilitário Crossover ix35, você leva um mini i10 pelo valor de € 1 - é mais uma prova de que a Europa é um paraíso para o comprador de carros e um pesadelo para as montadoras. "Foi a oferta que recebi", disse Chauvin. "Eu não teria nem trocado o carro. Não agora."
Sua mensagem repercute a pesquisa de mercado confidencial a que a Reuters teve acesso; descontos de marcas de carros populares saltaram 17% em relação ao ano passado a uma média de € 2.518 por veículo em maio em todos os cinco maiores mercados da Europa.
O declínio das vendas de carros na Europa está dando sinais de que estará chegando ao fundo, com o mercado encolhendo pelo sexto ano consecutiva para alcançar sua maior baixa em duas décadas. Mas a concorrência de preços entre as marcas e as revendedoras ameaça aniquilar qualquer sensação de alívio pelas montadoras, que lutam com excesso de capacidade nas fábricas.
Quase todas estão perdendo dinheiro na Europa, com exceção da Volkswagen e suas congêneres de carros de luxo alemãs.
Os prejuízos no ano passado chegaram a € 704 milhões no caso da Fiat e de US$ 1,8 bilhão para Ford e General Motors, enquanto a PSA Peugeot Citroën contabilizou um prejuízo líquido de € 5 bilhões.
Preocupadas com a imagem da marca, muitas montadores mascaram os seus cortes nos preços registrando alguns de seus veículos para serem vendidos como usados, ou fornece para empresas de aluguel de veículos no fim do mês com uma redução substancial do preço.
Outras, como a fabricante sul-coreana Hyundai, têm oferecido descontos cada vez mais imaginativos que elas anunciam abertamente para abocanhar uma fatia maior do mercado europeu que vem definhando de concorrentes mais debilitadas.
Muitos dos recentes clientes espanhóis da Hyundai terão de volta a quantia de € 2.250, depois de a empresa prometer no mês passado pagar uma prestação de até € 150 por mês para cada um dos primeiros 15 gols marcados pela equipe nacional de futebol na Copa das Confederações.
"A Espanha marca, você ganha", foi o slogan da Hyundai - e a equipe contabilizou 15 gols nos primeiros três jogos da Copa, incluindo a vitória de 10 a zero contra o Taiti.
A Toyota contra-atacou oferecendo € 5 mil de equipamento extra - como rodas de alumínio, câmeras de estacionamento e porta-luvas refrigerado -, tudo por € 1. Sua revendedora Queen Car em Milão, na Itália, também tem oferecido férias.
Mas há um otimismo crescente de que as vendas de carros podem estar se aproximando do fim da sua longa desaceleração.
A Ford está aumentando a produção do seu SUV 4X4 Kuga em 10%, enquanto a Volkswagen pediu aos trabalhadores para diminuírem as férias de verão para fabricar mais hatchbacks Golf.
"Evidências vindas das fornecedoras europeias indicam que os níveis de produção na Europa chegaram ao seu ponto mais baixo no segundo trimestre e agora começam a melhorar", disse Stefan Burgstaller, da Goldman Sachs, aos investidores numa nota enviada em 4 de julho.
Embora em junho tenha se verificado uma queda de 6,1% na Europa Ocidental, segundo a empresa de consultoria LMC Automotive a taxa ajustada sazonalmente subiu, em termos anuais, de 11,5 milhões em maio do ano passado, para 11,7 milhões, "o melhor resultado até agora neste ano".
Ameaça. Mas qualquer recuperação está ameaçada pelo tipo de desconto que convenceu Elie Chauvin e milhões de compradores a antecipar compras que, do contrário, deixariam para depois.
"Nossa preocupação é que isso não persista", disse Anil Valsan, analista da área dedicado ao setor automotivo global na Ernst & Young.
As montadoras terão de controlar seus descontos cedo ou tarde, provocando um novo declínio nas vendas "nos próximos meses", prevê Valsan.
"Enquanto houver incentivos neste nível, qualquer queda forte será artificial. Se as montadoras não começarem a voltar ao sistema normal de vendas logo, a correção poderá ser ainda mais drástica."
Os descontos propostos pela GM na Europa estão entre os mais generosos, de acordo com dados de uma empresa de pesquisa de mercado independente abrangendo Alemanha, Grã-Bretanha, França, Itália e Espanha.
Os descontos da marca Opel chegaram a € 3.301 por veículo entre janeiro e maio, quando a média no setor era de € 2.440.
Os incentivos da Ford aumentaram modestos 4%, para € 2.632, e os oferecidos pela Renault caíram 1%, para € 2.291. As duas companhias prometeram melhorar os preços se perderem fatia de mercado.
A Peugeot ofereceu os maiores aumentos nos descontos, elevando a 33%, para € 3.013 na marca, e 21%, para € 3.429, na Citroën.
Os gastos com incentivos subiram 5% na Alemanha, 10% na Itália, 15% na Grã-Bretanha, 18% na França e 28% na Espanha.
Elie trocou um Renault de 25 anos na sua compra não programada e agora pretende vender seu Hyundai Santa Fé 2007. O subcompacto i10, cujo preço de tabela é de € 10.120, junto com seu novo Crossover que custou € 29.619, significaram uma economia de 25% no valor combinado dos dois veículos.
"Minha mulher ficou encantada; ela queria um carro pequeno. Quando dizemos às pessoas que compramos os dois carros por esse preço, elas riem incrédulas." / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO